Tuesday, March 06, 2007

Estréias de 06 de abril de 2007

UM BEIJO A MAIS
(The Last Kiss, EUA, 2006)
Comédia - 115 min.
Direção: Tony Goldwyn
Roteiro de Paul Haggis baseado em "L'Ultimo Baccio", longa dirigido em 2001 pelo italiano Gabriele Muccino. Produzido por Tom Rosenberg, Marcus Viscidi, Gary Lucchesi e Andre Lamal para a DreamWorks - Paramount Pictures. Elenco: Zach Braff (Michael), Jacinda Barrett (Jenna), Casey Affleck (Chris), Michael Weston, Eric Christian Olsen (Kenny), Rachel Bilson (Kim), Blythe Danner (Anna), Tom Wilkinson (Stephen), Lauren Lee Smith (Lisa), Marley Shelton (Arianna).
Sinopse: Com a rápida despedida dos seus 20 e poucos anos, Michael se vê obrigado a encarar a realidade quando Jenna, sua namorada durante muito tempo, fica grávida. Relutando com a idéia de viver o papel de marido e pai, ele fica bastante surpreso e confuso ao notar que ficou instantaneamente atraído por Kim, uma jovem de apenas 18 anos. Enquanto isso os melhores amigos de Michael também sentem com certo espanto o avanço do tempo e o peso de ter que encarar suas próprias responsabilidades profissionais e familiares da maturidade . Por sua vez, os pais de Jenna, passando por dificuldades no casamento, estão surpresos com a possibilidade de serem avós.
Notas da Crítica:

Andreisa Caminha, Cinema com Rapadura: 8/10
Carlos Dunham, Sobrecarga: 4/5
Rita Almeida, cinerama.blogs.sapo.pt: 4/5
Thiago Siqueira, Cinema com Rapadura: 8/10
Paulo Roberto Selbach Jr., Baú de Filmes: 7,5/10
Celso Sabadin, Cineclick: 7/10
Christian Petermann, Guia da Folha: 7/10
Miguel Barbieri, Veja SP: 7/10
Sérgio Rizzo, Folha Ilustrada: 7/10
Silvio Pilau, Cineplayers: 7/10
Suzana Uchôa Itiberê, SET: 7/10
Alessandro Giannini, SET: 6,5/10
Alex Xavier, Guia do Estadão: 6/10
Tony Tramell, Almanaque Virtual: 3/5
Ludmila Azevedo, Jornal da Tarde: 6/10
Mariane Morisawa, Isto É Gente: 6/10
Pablo Villaça, Cinema em Cena: 3/5

Alexandre Koball, Cineplayers: 5/10
Andy Malafaya, Cineplayers: 5/10
Bruno Yutaka Saito, Folha Ilustrada: 2/4
Régis Trigo, Cineplayers: 5/10
Tatiane Crescêncio, Cineplayers: 5/10
Alysson Oliveira, Cineweb: 2/5
Marcelo Hessel, Omelete: 2/5
Mariana Marques, Pílula Pop: 30/100

ÍNDICE NC: 6,16/25

I HATE SÃO PAULO
(Brasil/EUA, 2003)
Direção: Dardo Toledo Barros
Elenco: Claudio Fontana, Wolney de Assis, Regina Remencius Melissa Panzutti
Sinopse: Alegoria social contemporânea, baseada na experiência de vida do diretor, questionando sua identidade e as conseqüências da ditadura militar na maior cidade da América do Sul. Daniel, um bem-sucedido operador da bolsa, perde a fortuna e o emprego numa especulação fraudulenta. Sua vida toma rumo inesperado quando encontra Tomas, amigo do pai, e sua simpática filha Mônica. Paralela à revelação de episódios da vida do pai, a cidade de São Paulo também se destaca com a descoberta de imagens de um antigo documentário.
Notas da Crítica:
Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 0/5

NA CAMA
(En La Cama, Chile /Alemanha, 2005)
Drama - 85 min.
Direção: Matías Bize
Elenco: Blanca Lewin (Daniela), Gonzalo Valenzuela (Bruno)
Sinopse: Bruno (Gonzalo Valenzuela) e Daniela (Blanca Lewin) se conheceram poucas horas antes, em um café, e agora estão numa cama de motel. Eles fazem amor, contam suas vidas e dividem sonhos, verdades, mentiras, anseios e medos. Ao fim da noite a intimidade entre eles é tão forte quanto passageira, já que terminará ao amanhecer.
Bastidores: Recebeu uma indicação ao Goya de Melhor Filme Estrangeiro de Língua Espanhola.
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CAIXA DOIS
(Brasil, 2007)
Direção: Bruno Barreto
Roteiro de Juca de Oliveira e Márcio Alemão, baseado em peça teatral de Juca de Oliveira. Elenco: Fúlvio Stefanini (Luiz Fernando), Giovana Antonelli (Ângela), Zezé Polessa (Angelina) Daniel Dantas (Roberto), Cássio Gabus Mendes (Roberto), Thiago Fragoso (Henrique).
Sinopse: Luiz Fernando (Fúlvio Stefanini) é um banqueiro rico, que em uma transação de precatórios consegue um ganho extra de R$ 50 milhões. Como o doleiro que geralmente desconta o cheque e envia os dólares para sua conta em Zurique está em coma, Luiz decide usar sua secretária (Giovana Antonelli), que é também sua amante, como "laranja". Porém ele se vê em apuros quando, ao fazer o depósito, um dígito errado faz com que o dinheiro caia na conta de uma mulher trabalhora e honesta (Zezé Polessa), cujo marido foi recentemente demitido pelo banco de Luiz Fernando. Ao saber do caso ela se recusa a fazer o estorno, gerando complicações para todos.
Notas da Crítica:
Suzana Uchôa Itiberê, SET: 7,5/10
Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 3/5

Kleber Mendonça Filho, Cinemascopio: 2/4
Daniel Schenker, Tribuna de Imprensa: 1/4
Alysson Oliveira, Cineweb: 1/5

Ruy Gardnier, Contracampo: 0/4

AS FÉRIAS DO MR. BEAN
(Mr. Bean's Holiday, Inglaterra, 2007)
Direção: Steve Bendelack
Elenco: Rowan Atkinson, Max Baldry, Emma de Caunes, Willem Dafoe, Jean Rochefort, Karel Roden, Pierre-Benoist Varoclier.
Sinopse: Mais uma empreitada no cinema de Mr. Bean, personagem criado por Rowan Atinkson na TV. Dessa vez ele está de férias e decide viajar para o sul da França, onde vai aprontar muita desordem. Inclusive no tradicional festival de cinema de Cannes, quando ele filma suas próprias trapalhadas.
Notas da Crítica:
Andreisa Caminha, Cinema com Rapadura: 7/10
João Lopes, Premiere: 3/5
Tatiane Crescêncio, Cineplayers: 5/10
Alysson Oliveira, Cineweb: 2/5
Luis Salvado, Premiere: 2/5
Rui Brazuna, Premiere: 2/5
Rui Pedro Tendinha, Premiere: 2/5
Vitor Moura, Premiere: 2/5
Pablo Villaça, Cinema em Cena: 2/5
Alexandre Koball, Cineplayers: 4/10

A. Pascolinho, Premiere: 1/5
Andy Malafaya, Cineplayers: 1/10

UMA JUVENTUDE COMO NENHUMA OUTRA
(Karov La Bayit, Israel, 2005)
Direção: Vardit Bilu e Dalia Hagar
Elenco: Neama Shendar e Smadar Sayar.
Sinopse: Aos 18 anos, duas garotas israelenses que servem o Exército têm de conviver com a dura realidade política do país enquanto passam por transformções pessoais.
Notas da Crítica:
Neusa Barbosa, Cineweb: 4/5
Kleber Mendonça Filho, Cinemascopio: 2,5/4
Erico Fuks, Cinequanon: 3/5
Leonardo Mecchi, Cinequanon: 3/5
Marcelo Hessel, Omelete: 3/5
Sergio Nunes, Cinequanon: 3/5
Fabio Yamaji, Cinequanon: 2/5
ÍNDICE NC: 6,00 (6)

A FAMÍLIA DO FUTURO
(Meet The Robinsons, EUA, 2007)
Roteiro de Michelle Bochner baseado no livro `A Day with Wilbur Robinson`, de William Joyce.
Sinopse: Era uma noite fria e chuvosa. A diretora Mildred ouviu um barulho do lado de fora da porta do orfanato e ao abrir, surpreendeu-se com um bebê recém-nascido que havia sido abandonado ali.
Doze anos se passaram e o menino abandonado foi criado no orfanato e transformou-se num jovem e obstinado inventor. Seu mais recente e ambicioso projeto era o Scanner de Memória, uma máquina que poderia ajudá-lo a recuperar a única lembrança que guarda de sua mãe biológica e com isso talvez conseguir encontrá-la. A meta de Lewis é apresentar a invenção na Feira de Ciências da escola.
O colega de quarto de Lewis, Mike "Goob" Yagoobian mal conseguia dormir tamanha a barulheira de desenhos, soldas, martelos e serrotes que Lewis fazia construindo a invenção.
Porém, no dia da Feira de Ciências, aparece um misterioso garoto dizendo ser o Agente Especial Wilbur Robinson, que teria vindo do futuro para proteger Lewis de um homem que usa um chapéu-côco e que estava disposto a roubar o Scanner de Memória.
É só o início de uma série de confusões e aventuras emocionantes.
OS MELHORES FILMES DE 2007

CARTOLA - MÚSICA PARA OS OLHOS
Documentário - 88 min.
Direção: Lírio Ferreira, Hilton Lacerda
Sinopse: "Machado de Assis morre no ano em que Cartola nasce. É a transição de uma cultura literária, acadêmica, para uma cultura também mulata, mas de traço mais popular"
A história de um dos compositores e intérpretes mais importantes da música brasileira. Angenor de Oliveira nasceu no Rio de Janeiro, em 11 de outubro de 1908. Ganhou o apelido de Cartola quando, como pedreiro, resolveu usar um chapéu coco para que o cimento não grudasse em seus cabelos.
O início do documentário mostra imagens do enterro do sambista em que se percebe a comoção popular por sua perda.
Cartola foi um dos fundadores da Estação Primeira de Mangueira, em 1928, além de autor de mais de 500 canções, solo ou em parceria, entre as quais "O Sol Nascerá", "O Mundo é um Moinho", a favorita do poeta Carlos Drummond de Andrade e "As Rosas Não Falam", tornada famosa na interpretação de Beth Carvalho.
Cartola é a prova da surpreendente natureza do talento genuíno. Ele completou somente o curso primário e trabalhou sempre em bicos, como pedreiro, pintor de paredes, lavador de carros, ator de cinema, dono de bar, vigia de prédios e contínuo de repartição pública. Mas seu dom fez dele o maior sambista carioca de todos os tempos, com letras impecáveis e batidas deliciosas.
Utilizando linguagem fragmentada, o documentário traça um poderoso painel da formação cultural do Brasil, convidando a uma reflexão sobre a construção da memória do país. É o retrato de um homem que se reconstruía com seu tempo.
O filme se baseia em entrevistas com parceiros, amigos, pessoas que conviveram com o sambista na intimidade, além de pesquisadores da política, da sociologia e da antropologia do Rio de Janeiro daquela época.
Cartola teve meningite, quase ficou paralítico e, aos 38 anos, sumiu da cena artística e foi até dado como morto.
Cartola foi reencontrado por acaso, em 1956, pelo jornalista Sérgio Porto, o Stanislau Ponte Preta, quando o sambista lavava carros em Ipanema. Um encontro que o levou a ser redescoberto e, finalmente, a ter sua voz registrada, em 1966, num disco de Elizete Cardoso.
Entre os detalhes do filme, está a reconstituição do Zicartola, restaurante no Centro do Rio, um sobrado no número 53 da Rua da Carioca, criado pelo compositor e pela mulher Euzébia da Silva, a Zica (companheira de janela, Mangueira, palco e fogão por 26 anos, até o fim da vida) em 1964. Um lugar que juntava três ingredientes fundamentais na cultura carioca: samba, feijão e cerveja.
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Friday, March 02, 2007

Estréias de 30 de março de 2007

Ó PAI, Ó!
(Brasil, 2007)
Direção: Monique Gardenberg
Elenco: Lázaro Ramos (Roque), Stênio Garcia (Seu Jerônimo), Wagner Moura (Boca), Luciana Souza (Dona Joana), Dira Paes (Psilene), Érico Brás (Reginaldo), Tânia Tôko (Neuzão da Rocha), Emanuelle Araújo (Rosa), Rejane Maia (Baiana), Lyu Arisson (Yolanda), Valdinéia Soriano (Maria), Jorge Washington (Mattias), Cássia Vale (Mãe Raimunda), Auristela Sá (Carmem), Virgínia Rodrigues (Bioncê), Edvana Carvalho (Lúcia), Leno Sacramento (Raimundinho), Cristóvão Silva (Negócio Torto), Vinícius Nascimento (Cosme), Felipe Fernandes (Damião), Cidnei Aragão (Peixe Frito), Mateus Ferreira da Silva (Mateus), Nauro Neves (Lord Black), Merry Batista (Dalva), Natália Garcez (Lia), Tatau (Tatau), Telma Souza (Feirante), Lázaro Machado (Pastor), Jamile Alves (Professora), Gustavo Mello (Guarda),Nívea Pita (Fiel possuída), Anselmo Costa (Radialista - voz)
Sinopse: Em um animado cortiço do centro histórico do Pelourinho, em Salvador, tudo é compartilhado pelos seus moradores, especialmente a paixão pelo Carnaval e a antipatia pela síndica do prédio, a evangélica Dona Joana (Luciana Souza), mãe dos meninos Cosme e Damião. Todos tentam encontrar um lugar nos últimos dias do Carnaval, seja trabalhando ou brincando. Incomodada com a farra dos condôminos, Dona Joana decide puni-los, cortando o fornecimento de água do prédio. A falta d'água faz com que o aspirante a cantor Roque (Lázaro Ramos); o motorista de táxi Reginaldo (Érico Brás) e sua esposa Maria (Valdinéia Soriano); o travesti Yolanda (Lyu Arisson), que se faz passar por mexicana e é amante de Reginaldo; a jogadora de búzios e vidente Raimunda (Cássia Vale); a homossexual dona de bar Neuzão da Rocha (Tânia Tôko) e sua sensual sobrinha Rosa (Emanuelle Araújo); Carmen (Auristela Sá), que realiza abortos clandestinos e ao mesmo tempo mantém um pequeno orfanato em seu apartamento; Psilene (Dira Paes), irmã de Carmen, ex-baiana que acarajé, casada com um gringo, que está fazendo uma visita após um período na Europa; e a Baiana (Rejane Maia), de quem todos são fregueses; se confrontem e se solidarizem perante o problema.
Notas da Crítica:
Arianne Brogini, Sexy: 8/10
Marina Person, Guia da Folha: 3/4
Suzana Amaral, Guia da Folha: 3/4
Odair Braz Jr., Herói: 6,5/10
Neusa Barbosa, Cineweb: 3/5

Alfredo Sternheim, SET: 5,5/10
Kleber Mendonça Filho, Cinemascopio: 2/4
Naief Haddad, Guia da Folha, Guia da Folha: 2/4
Sérgio Rizzo, Folha Ilustrada: 2/4

Andy Malafaya, Cineplayers: 4/10
Erico Fuks, Cinequanon: 2/5
Marcelo Miranda, Cinequanon: 2/5
Sandro Macedo, Guia da Folha: 3/10

Christian Petermann, Guia da Folha: 1/4
Anahi Borges, Cinequanon: 1/5
Angela Andrade, Cinequanon: 1/5
Cesar Zamberlan, Cinequanon: 1/5
Elie Politi, Cinequanon: 1/5
Laura Canepa, Cinequanon: 1/5
Marcia Schmidt, Cinequanon: 1/5
Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 1/5
Sérgio Alpendre, blogspot Chip Hazard: 1/5
Tobey, The Bridge: 1/5

O SEGREDO
(The Secret, Austrália/ EUA, 2006)
Direção: Drew Herict
Sinopse
: Você provavelmente já está se perguntando: “O que é O SEGREDO?”. Todos nós trabalhamos com um poder infinito. Todos nós somos guiados exatamente pelas mesmas leis. As leis naturais do universo são tão precisas que nós não tivemos muita dificuldade em construir espaçonaves, já mandamos pessoas para a Lua e podemos precisar o momento de uma aterrissagem em frações de segundos. Não importa se você está na Índia, Austrália, Nova Zelândia, Estocolmo ou Londres ou Toronto ou Montreal ou Nova York, todos nós trabalhamos com um só poder, uma lei: ATRAÇÃO. O SEGREDO é LEI DA ATRAÇÃO. Tudo que vem até você é atraído por você mesmo. É atraído até você pelas imagens que você mantém em sua mente. É o que você está pensando. Tudo o que se passa na sua mente é atraído até você. Alguns povos sempre souberam disso. Os babilônios sempre souberam disso. São grupos privilegiados de pessoas. Porque você acha que 1% da população mundial ganha cerca de 96% do dinheiro que é gerado em todo o planeta? Você acha que isso é um acidente? Isso não é um acidente! É planejado dessa forma. Eles sabem de algo, entendem algo. Eles entendem O SEGREDO.

300
(EUA, 2007)
Direção: Zack Snyder
Roteiro de Michael Gordon, Kurt Johnstad e Zack Snyder baseado em minissérie em quadrinhos de Frank Miller e Lynn Varley. Elenco: Gerard Butler (Rei Leônidas), Rodrigo Santoro (Rei Xerxes), Lena Headey (Rainha Gorgo), David Wenham (Dilios), Dominic West (Theron).
Sinopse: Em Esparta, quando nasce um bebê, ele é examinado.
Se for miúdo, fraco, doente ou deformado, ele é descartado.
Se sobreviver a este impiedoso "controle de qualidade", o menino é submetido desde criança a um treinamento de combate, onde aprende a "nunca retroceder" e a "lutar até a morte pela glória de Esparta".
Aos sete anos o garoto passa a fase do Agogê, o treinamento militar: ele é tirado abruptamente dos cuidados maternos e forçado a lutar pela sobrevivência, passando fome e sendo obrigado a lutar, roubar e até a matar se for preciso.
No Agogê, o jovem aprende a não demonstrar dor, cansaço nem piedade.
A iniciação é feita no agreste dos gregos. Ali, jogado à sorte e às forças da natureza, é possível saber se o jovem será um bom guerreiro ou um Grande Guerreiro.
Foi assim com o garoto Leônidas antes de se tornar rei, com a benção dos deuses. Atacado por um lobo selvagem feroz, faminto, com garras de aço, olhos de rubi e pêlos escuros como a noite, Leônidas conseguiu vencê-lo usando apenas um cajado e um bocado de astúcia. Leônidas voltou para Esparta, onde Zeus apontou o dedo para ele e disse:
-Léo, Você é O Cara!
30 anos se passaram desde o episódio do lobo.
Em 480 a.C. 300 homens com elmos, escudos e lanças marcham sob o comando do Rei Leônidas.
Há um ano atrás, Leônidas desafiou o rei Xerxes, da Pérsia, auto-intitulado "Rei dos Reis" e "Deus dos Deuses", que exigia a submissão dos espartanos ao seu poderio.
Leônidas e seus homens mataram um mensageiro de Xerxes e toda a comitiva persa.
Furioso e determinado a ver o Rei de Esparta ajoelhando-se diante de si, o Rei Xerxes mandou reunir os exércitos bárbaros de cerca de cem nações sob o seu domínio, totalizando em torno de um milhão de homens, incluindo "Os Imortais", a elite guerreira de Xerxes, a força de combate mais mortal de toda a Ásia.
Em marcha, o exército de Xerxes fazia o chão tremer.
Em nome da honra, da liberdade e da glória de Esparta, sem fazer prisioneiros e sem piedade, sem recuos e sem rendições e contra os desígnios dos Éforos, os místicos senis e corruptos que aconselharam o Rei a desistir da empreitada, Leônidas e seus 300 homens marchavam junto com alguns árcades e térpios rumo aos Portões de Fogo de Termópolis, onde ocorreriam uma série de batalhas que seriam lembradas por muitos séculos.
Enquanto os 300 lutam, a rainha de Esparta tenta ser ouvida pelo Conselho de sábios para enviar reforços militares até eles e enfrenta outra forma de poderio de Xerxes, o político-econômico, já que um dos mais influentes membros do Conselho recebe uma espécie de "propina" para desestabilizar a família real.
Notas da Crítica:
Érico Borgo, Omelete: 5/5
João Micuansky, Revista de Cinema blogspot: 5/5
Carlos Eduardo Corrales, Delfos: 4,5/5
Diego Coelho, Cinema com Rapadura: 9/10
Silvio Pilau, Cineplayers: 9/10
Thiago Sampaio, Cinema com Rapadura: 9/10
Rodrigo Salem, SET: 8,5/10

Suzana Uchôa Itiberê, SET: 8,5/10
A. Pascoalinho, Premiere: 4/5
Carlos Vinícius, Cineplayers: 8/10
Diego Benevides, Cinema com Rapadura: 8/10

Gilvan Marçal, CineSequência blogspot: 4/5
Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 4/5
Odair Braz Jr., Herói: 8/10
Pablo Villaça, Cinema em Cena: 4/5

Rui Brazuna, Premiere: 4/5
Suzana Amaral, Guia da Folha: 3/4
Andy Malafaya, Cineplayers: 7/10

Arianne Brigini, Revista Sexy: 7/10
Kleber Mendonça Filho, Cinemascopio: 2,5/4

Ary Monteiro Jr., Cineplayers: 6/10
Carlos Balbuena, Contrapicado: 3/5
David Mariano, Premiere: 3/5
João Lopes, Premiere: 3/5
João M. Tavares, Premiere: 3/5
Daniel Ureña, Contrapicado: 3/5
Evaristo Martinez, Contrapicado: 3/5
Fabio Yamaji, Cinequanon: 3/5
Luis Salvado, Premiere: 3/5
Maria Carmo Piçara, Premiere: 3/5
Miguel Somsen, Premiere: 3/5
Marcelo V., Multiply: 3/5
Mariane Morisawa, Isto É Gente: 6/10
Neusa Barbosa, Cineweb: 3/5
Rodrigo Carreiro, Cine Reporter: 3/5

Rui Pedro Tendinha, Premiere: 3/5
Tatiane Crescêncio, Cineplayers: 6/10
Vitor Moura, Premiere: 3/5
Sergi Sanchez, Contrapicado: 3/5
Sérgio Alpendre, Paisà: 3/5
Celso Sabadin, Cineclick: 5/10
Christian Petermann, Guia da Folha: 2/4
Emilio Franco Jr., Cineplayers: 5/10
Lucas Murari, Cineplayers: 5/10

Marina Person, Guia da Folha: 2/4
Sérgio Rizzo, Guia da Folha: 2/4
Alexandre Koball, Cineplayers: 4/10
Angela Andrade, Cinequanon: 2/5
Enrique Aguilar, Contrapicado: 2/5
Guilherme Martins, Paisà: 2/5
José V. Mendes, Premiere: 2/5
Magdalena Navarro, Contrapicado: 2/5
Pedro Butcher, Guia da Folha: 1/4
Alexandre C. dos Santos, Paisà: 1/5
Elie Politi, Cinequanon: 1/5
Erico Fuks, Cinequanon: 1/5
Francisco Ferreira, Premiere: 1/5
Leonardo Luiz Derreira, Paisà: 1/5
Marcelo Miranda, Cinequanon: 1/5
Marcia Schmidt, Cinequanon: 1/5
Tiago Pimentel, Premiere: 1/5
Daniel Schenker, Contracampo: 0/4
Filipe Furtado, Paisà: 0/5
Gerard Casau, Contrapicado: 0/5
Leonardo Levis, Contracampo: 0/4
Ruy Gardnier, Contracampo: 0/4

Laura Canepa, Cinequanon: 0/5
Rogerio Ferrara, Cinequanon: 0/5
ÍNDICE NC: 5,26 (68)

Saturday, February 24, 2007

Estréias de 23 de março de 2007

A LESTE DE BUCARESTE
(A Fost Sau n-a Fost?, Romênia, 2006)
Direção: Corneliu Porumboiu
Elenco: Mircea Andreescu, Teodor Corban, Ion Sapdaru
Sinopse: 22 de dezembro. Já se passaram 16 anos da revolução, e o Natal se aproxima. Pisconi, um velho aposentado, prepara-se para passar a data sozinho. Manescu, um professor alcoólatra de História, não quer gastar todo seu salário pagando dívidas. E Jderescu, proprietário da emissora local de TV, não parece muito interessado em férias. Quando Manescu socorre Pisconi, ele espera encontrar uma resposta para uma questão que o aflige há 16 anos: aconteceu de fato uma revolução naquela cidade? Eles relembram o dia em que o ditador Nicolae Ceausescu foi expulso de Bucareste, Romênia, num helicóptero.
Notas da Crítica:

Marcelo Hessel, Omelete: 5/5
Alessandro Giannini, SET: 8/10
Cid Nader, Paisà: 4/5
Neusa Barbosa, Cineweb: 4/5
Rodrigo Carreiro, Cine Reporter: 4/5
Sérgio Nunes, Cinequanon: 4/5
Sérgio Rizzo, Folha de São Paulo: 8/10
Cassio Starling Carlos, Folha Ilustrada: 3/4
Daniel Schenker, Contracampo: 3/4
Marcus Mello, Revista Teorema: 3/4
Christian Petermann, Guia da Folha: 7/10
Sandro Macedo, Guia da Folha: 6,5/10
Fábio Yamaji, Cinequanon: 3/5
Filipe Furtado, Paisà: 3/5
Márcia Schmidt, Cinequanon: 3/5
Miguel Barbieri, VEJA SP: 3/5
Sérgio Alpendre, Paisà: 3/5

Gilberto Silva Jr., Contracampo: 2/4
Luiz Carlos Oliveira Jr, Contracampo: 2/4
Rodrigo de Oliveira, Contracampo: 2/4
Tatiana Monassa, Contracampo: 2/4
Francisco Guarnieri, Paisà: 2/5
Guilherme Martins, Paisà: 2/5
Leonardo Luiz Ferreira, Paisà: 2/5
Leonardo Levis, Contracampo: 1/4
Ruy Gardnier, Contracampo: 1/4

ÍNDICE NC: 6,18/24

DEU A LOUCA EM HOLLYWOOD
(Epic Movie, EUA, 2007)
Direção: Jason Friedberg e Aaron Seltzer
Elenco: Kal Penn, Adam Campbell, Faune A. Chambers, Jayma Mays, Fred Willard, Mary Castro, Qiana Chase, Jennifer Coolidge.
Sinopse: A história gira em torno de quatro órfãos não muito jovens: uma foi criada por um curador do Museu do Louvre (onde está escondido um assassino albino); outro é refugiado da luta "libre" mexicana; a terceira é vítima recente de serpentes a bordo de um avião; e o quarto é o residente "normal" da comunidade de mutantes X.
O azarado quarteto visita uma fábrica de chocolate e tropeça em um guarda-roupa encantado que os transporta à terra de Gnárnia (com "G" mudo). Lá encontram um capitão pirata cheio de frescuras, esforçados alunos de feitiçaria, e se juntam a um leão sábio, mas assanhado, e a outros mais, para derrotar a cruel White Bitch de Gnárnia.
Notas da Crítica:
Ricardo Matsumoto, SET: 4/10
Alysson Oliveira, Cineweb: 2/5

Marcelo Del Greco, SET: 1/10
Alexandre Koball, Cineplayers: 0/10
Demetrius Caesar, Cineplayers: 0/10

Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 0/5

NÚMERO 23
(The Number 23, EUA, 2007)
Suspense
Direção: Joel Schumacher
Roteiro de Fernley Phillips. Elenco: Jim Carrey (Walter Sparrow/Fingerling), Virgínia Madsen (Agatha Sparrow/Fabrizia), Danny Huston (Isaac French/Dr. Miles Phoenix).
Sinopse: Ao longo da história, o número 23 mostrou ter um profundo significado. O ser humano recebe 23 cromossomos de cada pai. A geometria é baseada em 23 leis naturais. Mas muitos acreditam que o número carrega também uma faceta sombria e malévola. É o caso, por exemplo, de Walter Sparrow. Simplório pai de família, ele ganha um livro de presente de sua esposa e que promete mudar a sua vida para sempre. Chamada "O Número 23", a obra relata a terrível obsessão de um homem com o 23 e como isso começa a dominar a sua vida. O mais estranho é que diversas passagens do livro reproduzem fielmente detalhes da vida de Walter – e ele começa a perceber o número 23 em seu passado e também em seu presente. Tão paranóico quanto o personagem da história, ele descobre que o livro termina com uma morte brutal. Estaria Walter destinado a repetir este capítulo e também tornar-se um assassino?
Notas da Crítica:
Amanda Pontes, Cinema com Rapadura: 6/10
Gabriel Carneiro, Os Intocáveis: 3/5
Teté Ribeiro, SET: 6/10
Andreisa Caminha, Cinema com Rapadura: 5/10
Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 2/5
Luis Salvado, Premiere: 2/5
Miguel Somsen, Premiere: 2/5
Rui Brazuna, Premiere: 2/5
Vitor Moura, Premiere: 2/5
Silvio Pilau, Cineplayers: 3/10
Cássio Starling Carlos, Folha Ilustrada: 1/4
Demetrius Caesar, Cineplayers: 2/10

A. Pascoalinho, Premiere: 1/5
David Mariano, Premiere: 1/5
João Lopes, Premiere: 1/5
Pablo Villaça, Cinema em Cena: 1/5

Tobey, The Bridge: 1/5
Rodrigo Zavala, Cineweb: 0/5


ARTHUR E OS MINIMOYS
(Arthur and the Minimoys, França, 2006)
Fantasia - 100 min.
Direção: Luc Besson
Roteiro de Luc Besson, baseado em livro de sua autoria. Elenco: Freddie Highmore (Arthur), Mia Farrow (Avó de Arthur), Penny Balfour (Mãe de Arthur), Madonna (Princesa Selenia - voz), David Bowie (Maltazard - voz), Snoop Dogg (Max - voz).
Sinopse: A história gira em torno de Arthur, um menino de 10 anos que precisa lidar com uns problemas que nem adulto lida bem: seus pais estão desempregados, sua avó está prestes a perder a casa para um empresário inescrupuloso e para piorar tudo, seu avô desapareceu. Mas Arthur descobriu uma maneira de resolver pelo menos a pendenga dos pais e o lance da casa da avó, descobriu a existência de um tesouro em algum lugar do jardim. E adivinha com quem ele vai encontrar enquanto procura o tal tesouro? Com as pequenas criaturas conhecidas como Minimoys.
Notas da Crítica:
Diego Benevides, Cinema com Rapadura: 8/10
Suzana Uchôa Itiberê, SET: 7/10
Taíssa Stivanin, SET: 6,5/10
João Lopes, Premiere: 3/5

Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 3/5
Miguel Somsen, Premiere: 3/5

Neusa Barbosa, Cineweb: 3/5
Rui Pedro Tendinha, Premiere: 3/5
Vitor Moura, Premiere: 3/5

Andy Malafaya, Cineplayers: 5,5/10
Airton Shinto, Shintocine: 5/10
Sérgio Rizzo, Folha Ilustrada: 2/4

Marcelo Forlani, Omelete: 2/5
Rodrigo Carreiro, Cinereporter: 2/5
A. Pascoalinho, Premiere: 2/5
David Mariano, Premiere: 2/5

Francisco Ferreira, Premiere: 1/5
ÍNDICE NC: 5,36/17

OS GIGOLÔS
(The Gigolos, Inglaterra, 2006)
Direção: Richard Bracewell
Elenco: Sacha Tarter (Sacha),Trevor Sather (Trevor),Susannah York (Tessa Harrington),Anna Massey (Edwina),Siân Phillips (Baronesa James),Angela Pleasence (Joy),Basil Moss (Basil),Ben Willbond (Ben),Gregor Truter (Gigolô),Jon Ivay (Gigolô), Paul Moody (Gigolô)
Sinopse: Sacha (Sacha Tarter) é o gigolô preferido das ricas senhoras britânicas. Trevor (Trevor Sather), seu assistente, cuida de tudo à sua volta: do acerto dos quartos de hotéis a lembretes sobre a data de aniversário das clientes. Quando Sacha se acidenta, ele sugere que Trevor o substitua temporariamente. Só que Trevor faz grande sucesso em sua nova função, o que cria uma rivalidade entre ele e Sacha.
Notas da Crítica:
Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 2/5


ATIRADOR
(Shooter, EUA, 207)
Ação
Direção: Anthony Fucqua
Roteiro de Stephen Hunter e Jonathan Lembin baseado no livro Point of Impact, do escritor Stephen Hunter.Elenco: Mark Wahlberg, Dean McKenzie, Jonathan Walker, Rich Bryant, Michel-Ann Connor, Mike Dopud, Danny Glover, Adrian Hughes
Sinopse: Depois de causar a morte de um inocente, Bob Lee Swagger (Mark Wahlberg), um exímio atirador, isola-se nas florestas do Arkansas. Algum tempo depois, ele é persuadido por seus ex-parceiros a ajudá-los a impedir o assassinato do presidente. Mas ele acaba sendo enganado e acusado de ter planejado o crime. Agora, Bob terá de encontrar o verdadeiro assassino e desmascarar a farsa.
Notas da Crítica:
Carlos Vinícius, Cineplayers: 7/10
A. Pascoalinho, Premiere: 3/5
Alexandre Koball, Cineplayers: 6/10
Guilherme Martins, Revista Paisà: 3/5
Luis Salvado, Premiere: 3/5
Marcelo Forlani, Omelete: 3/5
Neusa Barbosa, Cineweb: 3/5

Rui Brazuna, Premiere: 3/5
Thiago Sampaio, Cinema com Rapadura: 6/10
Silvio Pilau, Cineplayers: 5/10
Andy Malafaya, Cineplayers: 4/10
David Mariano, Premiere: 2/5
Pablo Villaça, Cinema em Cena: 2/5
Ricardo Matsumoto, SET: 4/10

Régis Trigo, Cineplayers: 3/10
Sandro Macedo, Guia da Folha: 3/10
Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 1/5
ÍNDICE NC: 4,94/17

O CHEIRO DO RALO
(Brasil, 2006)
Comédia - 112 min.
Direção: Heitor Dhalia
Roteiro de Marçal Aquino e Heitor Dhalia, baseado em livro de Lourenço Mutarelli. Produzido por Heitor Dhalia, Joana Mariani, Marcelo Doria, Matias Mariani e Rodrigo Teixeira para a Geração Conteúdo / Primo Filmes / RT Features / Branca Filmes / Tristero Filmes / Sentimental Filmes. Elenco: Selton Mello (Lourenço), Paula Braun, Lourenço Mutarelli, Flávio Bauraqui, Fabiana Gugli, Sílvia Lourenço, Mário Shoemberger, Martha Meola, Suzana Alves.
Sinopse: Em seu escritório em São Paulo, Lourenço sempre fazia questão de explicar a cada um que entrava que o cheiro desagradável que se espalhava pelo ar vinha do ralo do banheiro, por causa de problemas no sifão, etc...
O trabalho de Lourenço há anos é avaliar e comprar (ou não) tudo o que as pessoas, quase sempre em dificuldades financeiras, lhe trazem: relógios, faqueiros, soldadinhos de chumbo, porta-jóias, instrumentos musicais, ancinhos, canetas douradas, livros usados, revólveres, cédulas de dinheiro antigas, caixinhas de música, etc...
Na hora do almoço, Lourenço se dirigiu até um barzinho, sentou-se no num banquinho do balcão e pediu um lanche e um refrigerante. Quando a garçonete de nome indecifrável virou-se e abaixou-se para pegar o refrigerante na geladeirinha do balcão interno, Lourenço deparou-se com uma bunda enorme e empinadinha e naquele momento o desejo em conquistar aquela bunda para si não lhe saía mais à cabeça.
Lourenço estava noivo. Os convites para seu casamento já estavam na gráfica. Na mesa de jantar, ele disse para ela que não queria mais se casar. Ela deu-lhe um tapa. Ele disse que o relacionamento deles era uma merda. Ela disse que ele era louco. Ele disse que nunca gostou dela. Ele nunca gostou de ninguém.
O cheiro do ralo estava cada vez pior. Lourenço mandou um encanador fazer uma inspeção, mas a obra ia sair caro. Preferiu ele mesmo jogar areia e cimento até tapar o ralo.
Lourenço comprou um olho de vidro enigmático que tornou-se seu amuleto. Para onde ia, ele levava o olho e mostrava dizendo que pertenceu ao pai dele, falecido na Segunda Guerra Mundial.
Todo dia Lourenço e o oho de vidro iam até o barzinho de balcão e espiavam a bunda da garçonete. Até o dia em que a bunda enorme, digo, a garçonete, foi embora.
Bastidores: Foi eleito pelo júri o melhor filme da 30ª Mostra de Cinema Internacional de São Paulo.Também ganhou o Prêmio da Crítica na categoria nacional na mesma Mostra.
Notas da Crítica:
Ludmila Azevedo, Jornal da Tarde: 10/10
Alex Xavier, Guia do Estadão: 9,5/10
Roberto Pujol, SET: 9/10
Roberto Sadovski, SET: 9/10
Arianne Brigini, Revista Sexy: 8/10
Celso Sabadin, Cineclick: 8/10
Erico Borgo, Omelete: 4/5
JBeto, Cine do Beto: 4/5
Marcelo Miranda, Cinequanon: 4/5
Sérgio Rizzo, Folha de São Paulo: 8/10
Tisf, Última Sessão: 76/100
Christian Petermann, Guia da Folha: 3/4
Marina Person, Guia da Folha: 3/4
Odair Braz Jr., Herói: 7,5/10
Sérgio Rizzo, Folha Ilustrada: 3/4
Suzana Amaral, Guia da Folha: 3/4
Emilio Franco Jr., Cineplayers: 7/10
Alexandre C. dos Santos, Paisá: 3/5
Alexandre Koball, Cineplayers: 6/10
Alysson Oliveira, Cineweb: 3/5
Fabio Yamaji, Cinequanon: 3/5
Filipe Furtado, Paisà: 3/5
Guilherme Martins, Paisà: 3/5
Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 3/5
Régis Trigo, Cineplayers: 6/10
Daniel Schenker, Tribuna de Imprensa: 2/4
Kleber Mendonça Filho, Cinemascopio: 2/4
Mariane Morisawa, Isto É Gente: 5/10
Cesar Zamberlan, Cinequanon: 2/5
Francisco Guarnieri, Paisà: 2/5

Tobey, The Bridge: 2/5
Tatiane Crescêncio, Cineplayers: 3/10
Gilberto Silva Jr., Contracampo: 1/4
Inácio Araujo, Guia da Folha: 1/4
Leonardo Mecchi, Cinequanon: 1/4
Pedro Butcher, Folha Ilustrada: 1/4
Cid Nader, Paisà: 1/5
Érico Fuks, Cinequanon: 1/5
Leonardo Luiz Ferreira, Paisà: 1/5
Marcia Schmidt, Cinequanon: 1/5
Henrique Cury, blogspot: 0/10
Leonardo Levis, Contracampo: 0/4
Rodrigo de Oliveira, Contracampo: 0/4
Ruy Gardnier, Contracampo: 0/4
ÍNDICE NC: 5,31 (44)

Sunday, February 18, 2007

Estréias de 16 de março de 2007

SCOOP - O GRANDE FURO
(Scoop, EUA/ Reino Unido, 2006)
Direção e Roteiro: Woody Allen
Elenco: Scarlett Johansson; Woody Allen; Ian McShane; Hugh Jackman
Sinopse: Uma estudante de jornalismo americana viaja até Londres para investigar uma série de assassinatos. Em sua busca, ela se apaixona por um inglês.
Scoop, em inglês, significa "furo de reportagem".
Notas da Crítica:
José V. Mendes, Premiere: 4/5
Vitor Moura, Premiere: 4/5
Amir Labaki, Guia da Folha: 3/4
Gabriel Carneiro, Os Intocáveis: 3/4
Inácio Araujo, Folha Ilustrada: 3/4
Pips, Última Sessão: 71/100

Paulo Roberto Selbach Jr., Baú de Filmes: 7/10
A. Pascoalinho, Premiere: 3/5
Alexandre C. dos Santos, Paisà: 3/5
Andy Malafaya, Cineplayers: 6/10

David Mariano, Premiere: 3/5
Érico Fuks, Cinequanon: 3/5
Fabio Yamaji, Cinequanon: 3/5
JBeto, Cine do Beto: 3/5

João Lopes, Premiere: 3/5
Marcelo Hessel, Omelete: 3/5
Maria Carmo Piçara, Premiere: 3/5
Miguel Barbieri Jr., VEJA SP: 3/5
Neusa Barbosa, Cineweb: 3/5
Remio Ximenes, Cinenet: 3/5
Rodrigo Carreiro, Cine Reporter: 3/5

Rui Pedro Tendinha, Premiere: 3/5
Sérgio Alpendre, Paisà: 3/5

Tiago Pimentel, Premiere: 3/5
Gilberto Silva Jr., Contracampo: 2/4
Pedro Butcher, Guia da Folha: 2/4
Sérgio Rizzo, Guia da Folha: 2/4
Régis Trigo, Cineplayers: 5/10
Cid Nader, Cinequanon: 2/5

Francisco Ferreira, Premiere: 2/5
Francisco Guarnieri, Paisà: 2/5
Gilberto Silva Jr., Paisà: 2/5

João M. Tavares, Premiere: 2/5
Leonardo Mecchi, Cinequanon: 2/5

Rui Brazuna, Premiere: 2/5
Demetrius Cesar, Cineplayers: 3/10
Christian Petermann, Guia da Folha: 1/4
Suzana Amraral, Guia da Folha: 1/4

Leonardo Luiz Ferreira, Paisà: 1/5Miguel Somsem, Premiere: 1/5
Pablo Villaça, Cinema em Cena: 1/5
Ruy Gardnier, Contracampo: 0/4

ÍNDICE NC: 5,22 (42)
O BOM PASTOR
(The Good Shepherd, EUA, 2006)
Direção: Robert De Niro
Elenco: Matt Damon (Edward Wilson); Robert De Niro (General Bill Sullivan); Angelina Jolie (Clover Wilson); Joe Pesci (Palmi); William Hurt; Alec Baldwin; Michael Gambon; Billy Crudup; John Turturro; Gabriel Macht; Tammy Blanchard; Oleg Stefan; Timothy Hutton; Keir Dullea; Eddie Redmayne; Lee Pace
Sinopse: Os 40 anos da história da CIA (Agência Central de Informações) são narrados a partir do ponto de vista de Edward Bell Wilson, um espião da Agência.
Após uma infância marcada por uma tragédia, Edward tornou-se um interessado e otimista estudante de Yale e foi recrutado em 1939 para se juntar a sociedade secreta "Skull and Bones", uma irmandade e uma base sólida para a geração de futuros líderes do mundo. A aguçada mente de Wilson, uma reputação impecável e uma sincera crença nos valores americanos o rende uma candidatura importante na inteligência, e ele logo é recrutado para trabalhar no Escritório de Serviços Estratégicos (OSS, que é o antecessor da CIA) durante a Segunda Guerra Mundial.
Enquanto trabalha como um dos fundadores secretos da CIA, no coração de uma organização onde a duplicidade é necessária e nada é o que parece ser, o idealismo de Edward vai diminuindo de força por uma natureza crescente de sempre estar suspeitando de algo ou alguém, reflexo de um mundo que vai se apaziguando na longa paranóia da Guerra Fria. Seus métodos de procedimento são tomados como padrão, e Wilson se torna um dos funcionários na ativa mais antigos, enquanto vai combatendo a KGB. Contudo, sua dedicação extrema ao seu país chega a um preço inestimável. Nem mesmo sua amada esposa Clover Wilson e seu adorado filho podem distraí-lo de sacrficar tudo o que tem para perseguir o seu trabalho na CIA.
Bastidores: -Selecionado para a Mostra Competitiva do Festival de Berlim de 2007, que ocorre entre os dias 8 e 18 de fevereiro.
-Indicado ao Oscar 2007 de MELHOR DIREÇÃO DE ARTE.



Site Oficial: http://www.thegoodshepherdmovie.com/




MARIA ANTONIETA
(Marie-Antoinette, EUA, 2006)
Direção: Sofia Coppola
Elenco: Kirsten Dunst (Marie-Antoinette), Jason Schwartzman (Louis XVI), Rip Torn (Rei Louis XV), Judy Davis (Condessa de Noailles), Asia Argento (Madame du Barry), Marianne Faithfull (Maria Theresa), Aurore Clément (Duquesa de Chartres), Guillaume Gallienne (Conde Vergennes), Clementine Poidatz ( Comtesse de Provence), Molly Shannon (Anne Victoire), Steve Coogan (Conde Mercy d'Argenteau), Jamie Dornan (Axel von Fersen), Shirley Henderson (Tia Sophie), Jean-Christophe Bouvet (Duque de Choiseul), Filippo Bozotti (Dimitri).
Sinopse: 1768. A princesa austríaca Maria Antonieta é enviada com 14 anos à França para se casar com o príncipe Luis Auguste (futuro Luís XVI), como parte de um acordo entre os países. Na corte de Versalles ela é envolvida em protocolos rígidos e ferrenhas disputas familiares.
A expectativa em torno do nascimento do filho do casal Maria Antonieta- Luis Auguste, que "consumaria" a aliança, torna-se assunto de fofocas pelos corredores do Palácio e também das cartas com conselhos que Maria recebe de sua mãe, a Imperatriz da Áustria. Luis Auguste é imaturo, passa a maior parte de seu tempo nas caçadas, e têm interesse por chaves, cadeados e fechaduras.
Praticamente exilada, a impetuosa Maria Antonieta decide criar um universo à parte dentro daquela corte, no qual pode se divertir e aproveitar sua juventude, afastando-se voluntariamente do contato com os graves problemas econômicos do país e do agitado clima político da França pré-revolucionária que a entediavam, terminando por ocultar-se tanto do marido quanto do público, atrás de uma muralha de cortesãos num mundo de opulenta fantasia e luxo nos sapatos, vestidos, leques, doces e cabelos.
Durante o processo revolucionário, iniciado com a Queda da Bastilha em 14/07/1789, grande parte da nobreza deixou a França, porém a família real foi capturada enquanto tentava fugir do país. Presos, os integrantes da monarquia, entre eles o rei Luis XVI e sua esposa Maria Antonieta foram guilhotinados em 1793.
Bastidores:-Selecionado para a Mostra Competitiva do Festival de Cannes 2006
-Vencedor do Oscar 2007 de MELHOR FIGURINO.
LINK PARA OS MELHORES FILMES DE 2007

Friday, February 16, 2007

Estréias de 09 de março de 2007

OS 12 TRABALHOS
(Brasil, 2006)
90 min.
Direção: Ricardo Elias
Roteiro
de Ricardo Elias, baseado em roteiro original de Ricardo Elias e Cláudio Yoshida e com a colaboração de Hilton Lacerda e Arthur Autran. Elenco: Sidney Santiago (Héracles), Flávio Bauraqui (Jonas), Vera Mancini (Roseli), Vanessa Giácomo (Simone), Francisca Queiroz (Francisca), Cacá Amaral (Sr. Ernesto), Lucinha Lins (Carmem), Luiz Baccelli (Seu Moreira), André Luís Patrício (Maguila), Eduardo Mancini (Mano Véio), Ígor Zuvela (Enfermeiro), Luciano Carvalho (Doze Pino), Thiago Moraes (Marcinho), Paulo Américo (Catatau), Da Lapa (Porteiro), Manoelita Lustosa (D. Cleide), Carlos Meceni (Dr. Souza), Marino Varesio (Adriano), Thaís Trulio (Diana), Marcelo Pio (Flávio), Guilherme Santos Alencar (Armstrong), Daniel Amorim (Natanael), Kelvin Christian (Pepe), Giovanni Delgado (Joilson), Sérgio Mastropasqua (Guarda Gonçalves), Giulio Lopes (Guarda), Luiz Amorim (Guarda), Miriam Amadeo (Menina abduzida), Yara de Novaes (Mãe), Raíssa Medeiros (Menina).
Sinopse: -Por quanto tempo você ficou internado na FEBEM?
-Dois anos.
-E saiu faz quanto tempo?
-Dois meses.
-Seu nome?
-Herácles.
-Bem, vamos fazer um teste. Você vai fazer entregas por um dia. Se der tudo certo, eu contrato você.
O adolescente Herácles conseguiu, com a ajuda de seu primo Jonas, uma chance para trabalhar como motoboy na Olimpia Express, a firma de entregas do sr. Moreira.
Herácles, que mora na periferia da zona norte de São Paulo e gosta de desenhar e de imaginar histórias, estava afim de começar uma vida nova, depois de ficar na FEBEM por envolvimento com roubo de veículos.
No dia-teste, Jonas apresenta o primo para os seus companheiros motoboys: Mano Véio, Enfermeiro, Doze Pinos, Marcinho e Catatau. Herácles também fica conhecendo sua chefe, a supervisora Roseli, responsável por distribuir as tarefas entre os motoboys. Ela dá algumas instruções:
"-O trabalho é fácil, mas tem que ter disciplina. Não pode perder nenhuma entrega, não pode atrasar, não pode fazer serviço pessoal no horário do serviço nem ficar jogando fliperama. Se não souber o endereço, tem um Guia de Ruas lá no armário. Mas não é pra perder o Guia. Não esqueça de trazer o recibo do escritório assinado."
Durante aquele dia que Herácles queria que fosse o início de um novo rumo de sua vida, ele teria pela frente tarefas aparentemente simples (entregar uma ordem de despejo e um pedido de divórcio, comprar e levar os remédios de uma professora aposentada, carimbar o protocolo de entrega de um documento numa repartição pública, acompanhar um senhor ao médico) mas que constituiriam em pequenos desafios dada a inexperiência dele em lidar com algumas situações (pedido de serviços extras dos clientes, "quebra-galhos" para companheiros de trabalho, multas de trânsito dadas por fiscais corruptos, detectores de metais pouco funcionais em sistemas de segurança, o preconceito racial e profissional e a violência no trânsito da cidade).
Os 12 Trabalhos faz um retrato em movimento de São Paulo. Herácles representa de certa forma um herói como cada um dos habitantes da classe trabalhadora dessa metrópole que convive no dia-a-dia com o trânsito caótico, a burocracia, o stress, o preconceito, a corrupção, o mau-humor, a violência, a frieza e um desejo enorme de soltar um grito de liberdaaaaaaaaade entalado na garganta.
Bastidores: - Ganhou o Troféu Redentor de Melhor Ator (Sidney Santiago), no Festival do Rio.
- Ganhou 5 prêmios no Cine PE - Festival do Audiovisual, nas categorias de Melhor Diretor, Melhor Ator (Sidney Santiago), Melhor Ator Coadjuvante (Flávio Bauraqui), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.
- Ganhou o prêmio de 3º Melhor Filme, no Festival de Havana.



Site Oficial: http://os12trabalhos.uol.com.br/site_pt.html



LIÇÕES DE VIDA
(Driving Lessons, Inglaterra, 2006)
Comédia Romântica - 98 min.
Direção: Jeremy Brock
Elenco: Julie Walters (Evie Walton), Rupert Grint (Ben Marshall), Laura Linney (Laura Marshall), Nicholas Farrell (Robert Marshall), Oliver Millburn (Peter), Michelle Duncan (Bryony), Jim Norton (Sr. Fincham), Tamsin Egerton (Sarah), Rose Keegan (Emma Pagent), Chandra Ruegg (Chandra), Rita Davies (Sra. Robottom)
Sinopse: Ben Marshall é um tímido garoto londrino de 17 anos que tenta a todo custo se libertar dos domínios de sua mãe. Ele tem essa chance quando vai trabalhar em uma casa de repouso e conhece Evie, uma excêntrica e veterana atriz de cinema e teatro. Ela o convence a levá-la a um festival em Edinburgh, onde irá participar de um recital de poesia. Este é o início de uma transformação em sua vida, em que se liberta de todos os dogmas de sua educação conservadora.
Notas da Crítica:
Marcelo Hessel, Omelete: 2/5

UM AMOR ALÉM DO MURO
(Der Rote Kakadu, Alemanha, 2006)
Drama - 128 min.
Direção: Dominik Graf
Elenco
: Max Riemelt, Jessica Schwarz, Ronald Zehrfeld, Ingeborg Westphal, Devid Striesow, Kathrin Angerer, Tanja Schleiff, Volker Michalowski, Klaus Manchen, Heiko Senst, Nadja Petri.
Sinopse: Verão de 1961. Siggi tem 20 anos e chega a Dresden para tentar a vida como cenógrafo. Lá ele conhece Luise, uma jovem poeta, cujos poemas são proibidos na Alemanha Oriental. Estamos há quatro meses da construção do muro de Berlin e o filme acompanha o triangulo amoroso dos dois e de Wolle, marido de Luise, que lutam para impor seus ideais num país cada vez mais repressor.
Tendo como cenário uma boate chamada “A Cacatua Vermelha” onde se toca a proibida música do Ocidente: Rock.
Siggi descobre um mundo novo e fascinante mas também é obrigado a tomar decisões drásticas, que envolvem o amor, a liberdade e o destino, enquanto em volta dos três começa a se levantar o muro.

A GRANDE FINAL
(La Gran Final, Espanha/ Alemanha, 2006)
Comédia - 85 min.
Direção: Gerardo Olivares
Elenco: Abu Aldanish (Aldanish), Aghali Mamane (Abdul), Ahmed Alansar (Aboubacar), Atibou Aboubacar (Hassan), Boshai Dalai Khan (Turkan), Kenshleg Alen Khan (Kumar Khan), Mahamadou Alzouma (André), Mohamed Hassan Dit Blinde (Mihamed), Shag Humar Khan (Dalai Khan), Tano Alansar (Hamidou).
Sinopse: Comédia com três histórias paralelas sobre três grupos distintos de pessoas. Apesar disso, eles têm duas coisas em comum: moram no ponto mais distante do planeta e estão determinados a assistir à final da Copa do Mundo 2002 entre Brasil e Alemanha. Os protagonistas são uma família de nômades mongóis, uma caravana de condutores de camelos do Tuareg, Saara, e um grupo de índios da Amazônia. Cada grupo está a centenas de quilômetros da cidade mais próxima em que poderiam assistir à TV. Mas essas pessoas possuem sabedoria e força de vontade para alcançar seu desejo. Num mundo em que o acesso instantâneo à informação parece fato consumado, não há nada de extraordinário em assistir a eventos mundiais em tempo real. E como fica para quem vive nos mais remotos cantos do mundo?
Notas da Crítica:
Cid Nader, Paisà: 3/5
Neusa Barbosa, Cineweb: 3/5
Ricardo Coelho, Sobrecarga: 3/5
Gabriel Gurman, Sobrecarga: 1/5
ÍNDICE NC: 5,00/4

INACREDITÁVEL - A BATALHA DOS AFLITOS
(Brasil, 2007)
Documentário - 87 min.
Direção: Beto Souza
Sinopse
: O Grêmio, tradicional time do futebol brasileiro, fora rebaixado à 2ª divisão do Campeonato Brasileiro no ano anterior. O documentário acompanha a trajetória do time no ano de 2005, quando precisou lutar para retornar à elite do futebol nacional. Sábado, 26 de novembro de 2005. Final de campeonato brasileiro da série B. Náutico x Grêmio. 0 a 0. 35 minutos do segundo tempo. No estádio do Náutico. O Grêmio tem quatro jogadores a menos, expulsos. Com um pênalti contra si. De um lado, o goleiro. Do outro, mais de cem anos de glórias e incontáveis títulos que parecem condenados. Os normais desistiriam. Os bons perderiam. Mas ali estava o Grêmio. Documentário sobre o ano mais difícil do time gaúcho.
Notas da Crítica:
Silvio Pilau, Cineplayers: 10/10


SONHOS COM XANGAI
(Qing Hong, China, 2005)
Drama - 123 min.
Direção: Wang Xiaoshuai
Roteiro de Wang Xiaoshuai. Elenco: Gao Yuanyuan (Wu Qinghong), Li Bin (Fan Honggen), Yan Anlian (Wu Zemin), Tang Yang (Meifen), Wang Xueynag (Xiao Zhen), Qin Hao (Lu Jun), Wang Xiaofan (Irmão de Qinghong), Dai Wenyan (Mãe de Xiao Zhen), Lin Yuan (Pai de Xiao Zhen), Sun Qingchang (Wang Enhua), You Fangming (Pai de Lu Jun) .
Sinopse: Nos anos 60 o governo chinês, temendo um conflito com a União Soviética, ordenou que importantes fábricas fossem transferidas para o interior do país, como forma de montar uma nova linha de defesa. Desta forma inúmeros trabalhadores deixaram suas cidades-natais e partiram para as regiões áridas da China ocidental, onde construíram uma nova vida. No início dos anos 80 a China iniciou seu processo de abertura para o resto do mundo, possibilitando que algumas das pessoas que migraram sonhassem em retornar à sua cidade-natal. Um deles é Wu Zemin (Yan Anlian), que está decidido a retornar juntamente com sua família. Por causa disto ele é contra o namoro de sua filha Wu Qinghong (Gao Yuanyuan), de 19 anos, com Fan Honggen (Li Bin), um jovem local. O amor que o jovem casal sente os faz enfrentar Wu Zemin, buscando meios de se encontrar mesmo com a rígida patrulha exercida.
Notas da Crítica:
Amir Labaki, Guia da Folha: 3/4
Christian Petermann, Guia da Folha: 3/4
Cassio Starling Carlos, Folha Ilustrada: 3/4
Inácio Araujo, Guia da Folha: 3/4
Naief Haddad, Guia da Folha: 3/4
Sérgio Rizzo, Guia da Folha: 3/4
Suzana Amaral, Guia da Folha: 3/4

Alfredo Sternheim, SET: 7/10
Alysson Oliveira, Cineweb: 3/5
Fernando Watanabe, Cinequanon: 3/5

Sérgio Alpendre, Paisà: 3/5
Sergio Nunes, Cinequanon: 3/5
Angela Andrade, Cinequanon: 3/5
Marcia Schmidt, Cinequanon: 3/5

Gilberto Silva Jr., Contracampo: 2/4
Marina Person, Guia da Folha: 2/4

Ruy Gardnier, Contracampo: 2/4
Leonardo Mecchi, Cinequanon: 2/5

Luiz Carlos Oliveira Jr., Contracampo: 1/4
Carlos Eduardo Corrales, Delfos: 1/5
Cid Nader, Cinequanon: 1/5
Fabio Yamaji, Cinequanon: 1/5
ÍNDICE NC: 5,59/22

A PELE
(Fur: An Imaginary Portrait of Diane Arbus, EUA, 2006)
Drama - 120 min.
Direção: Steven Shainberg
Roteiro de Erin Cressida Wilson, baseado no livro "Diane Arbus: A Biography", de Patricia Bosworth. Elenco: Nicole Kidman (Diane Arbus), Robert Downey Jr. (Lionel Sweeney), Ty Burrell (Allan Arbus), Harris Yulin (David Nemerov), Jane Alexander (Gertrude Nemerov), Emmy Clarke (Grace Arbus), Genevieve McCarthy (Sophie Arbus), Boris McGiver (Jack Henry), Marceline Hugot (Tippa Henry), Mary Duffy (Althea), Emily Bergl (Alicia), Lynne Marie Stetson (Fiona), Christina Rouner (Lois), Gwendolyn Bucci (Dominatrix), Courtney Taylor Burness (Diane Arbus - jovem).
Sinopse: Diane Arbus (Nicole Kidman) é considerada por muitos como sendo uma das melhores fotógrafas do século XX. Ao longo de sua carreira Diane voltou sua atenção para o bizarro, o inusitado e o diferente em suas fotos. Um de seus trabalhos foi com Lionel Sweeney (Robert Downey Jr.), que era portador de tricotomia, uma disfunção caracterizada pelo excesso de pêlos em todo o corpo.
Notas da Crítica:
José V. Mendes, Premiere: 5/5
João Lopes, Premiere: 4/5
Luis Salvado, Premiere: 4/5
Alysson Oliveira, Cineweb: 3/5
Erico Fuks, Cinequanon: 3/5
Marcia Schmidt, Cinequanon: 3/5

Régis Trigo, Cineplayers: 6/10
Andy Malafaya, Cineplayers: 5,5/10
Gabriel Carneiro, Os Intocáveis: 5/10
A. Pascoalinho, Premiere: 2/5
David Mariano, Premiere: 2/5
Cid Nader, Cinequanon: 2/5
Miguel Somsen, Premiere: 2/5
Rui Pedro Tendinha, Premiere: 2/5
Vitor Moura, Premiere: 2/5
Pedro Butcher, Folha Ilustrada: 1/4

NORBIT
(EUA, 2007)
Comédia - 100 min.
Direção: Brian Robbins
Roteiro de Eddie Murphy, Jay Scherick e David Ronn. Produzido por John Davis, Michael Tollin e Eddie Murphy para a DreamWorks - Paramount Pictures. Elenco: Eddie Murphy (Norbit / Mr. Wong / Rasputia), Thandie Newton (Kate), Terry Crews
Sinopse: O filme conta a história de Norbit. Ele nunca teve uma vida muito fácil. Quando bebê, ele foi abandonado à porta de um restaurante/orfanato chinês e criado por Mr. Wong (outro personagem interpretado por Eddie Murphy), o que já foi difícil. Mas as dificuldades não param por aí, e são capazes de ficar ainda piores quando ele é obrigado a casar com a maléfica, obscena, rainha do "devora porcarias" de nome Rasputia (mais uma vez, interpretado por Eddie Murphy). Quando Norbit está já por um fio e sem mais nenhuma saída do casamento, sua paixão da infância, Kate (interpretada por Thandie Newton), retorna à cidade.
Notas da Crítica:
Odair Braz Jr., Herói: 65/10
Rodrigo Salem, SET: 5,5/10
Luis Salvado, Premiere: 2/5
Pablo Villaça, Cinema em Cena: 1/5
Rui Pedro Tendinha, Premiere: 1/5
Mariane Morisawa, Isto É Gente: 1/10

HOLLYWOODLAND - BASTIDORES DA FAMA
(Hollywoodland / Truth, Justice, and the American Way, EUA, 2006)
Drama/ Romance - 125 min.
Direção: Allen Coulter
Roteiro de Paul Bernbaum e Howard Korder. Elenco: Ben Affleck (George Reeves); Adrien Brody (Louis Simo); Diane Lane (Toni Mannix); Bob Hoskins (Eddie Mannix); Lois Smith (Helen Bessolo); Joe Spano (Howard Strickling)
Sinopse: Um detetive investiga a misteriosa morte de George Reeves.
George Reeves foi um famoso ator que interpretou o herói Superman no filme de 1951 Superman and the Mole-Men e na série dos anos 50 Adventures of Superman, e morreu baleado em junho de 1959. Enquanto a causa da morte divulgada foi suicídio, amigos e familiares suspeitam que o ator possa ter sido assassinado. O motivo seria seu envolvimento com a mulher do chefão da MGM, na época um dos maiores estúdios de Hollywood.
Bastidores: Selecionado para a Mostra Competitiva do 63o. Festival de Cinema de Veneza (30/08 a 09/09/2006), ficou com a Copa Volpi de Melhor Ator (Ben Affleck).
Notas da Crítica:
A. Pascoalinho, Premiere: 4/5
Alessandro Giannini, SET: 8/10
Luis Salvado, Premiere: 4/5
Rodrigo Salem, SET: 8/10
Demetrius Caesar, Cineplayers: 7,5/10

Silvio Pilau, Cineplayers: 7/10
Alexandre Koball, Cineplayers: 6/10
Andy Malafaya, Cineplayers: 6/10

José V. Mendes, Premiere: 3/5
Neusa Barbosa, Cineweb: 3/5
Pablo Villaça, Cinema em Cena: 3/5

Régis Trigo, Cineplayers: 6/10
Rodrigo Carreiro, Cine Reporter: 3/5
Rui Brazuna, Premiere: 3/5
Rui Pedro Tendinha, Premiere: 3/5
Thiago Sinqueira, Cinema com Rapadura: 6/10
Vitor Moura, Premiere: 3/5
Rodrigo Rosp, Cineplayers: 5,5/10
David Mariano, Premiere: 2/5
Miguel Somsen, Premiere: 2/5
Tiago Pimentel, Premiere: 2/5
Inácio Araujo, Folha Ilustrada: 1/4
ÍNDICE NC: 6,02 (22)

Wednesday, February 07, 2007

Estréias de 02 de março de 2007

NOTAS SOBRE UM ESCÂNDALO
(Notes on a Scandal, Inglaterra, 2006)
Direção: Richard Eyre
Roteiro de Patrick Marber e Zoë Heller, baseado no livro `What Was She Thinking?`, de Zoë Heller. Elenco: Judi Dench (Barbara Covett), Cate Blanchett (Sheba Hart), Tom Georgeson (Ted Mawson), Michael Maloney (Sandy Pabblem), Joanna Scanlan (Sue Hodge), Shaun Parkes (Bill Rumer), Emma Kennedy (Linda), Syreeta Kumar (Gita), Andrew Simpson (Steven Connolly), Philip Davis (Brian Bangs), Wendy Nottingham (Elaine Clifford), Tameka Empson (Antonia Robinson), Leon Skinner (Davis), Bill Nighy (Richard Hart), Juno Temple (Polly Hart), Max Lewis (Ben Hart), Debra Gillett (Lorraine), Barry McCarthy (Dave), Julia McKenzie (Marjorie), Adrian Scarborough (Martin), Jill Baker (Mãe de Sheba).
Sinopse: A veterana e quase aposentada professora Barbara Covett vive solitária com Portia, seu gato de estimação. Portia é a única companhia que restou para Barbara, que ao longo dos anos acumulou o gosto amargo das paixões platônicas que se foram sem nunca ter sido correspondida. Tudo o que a carente Barbara mais desejava era ser tocada espontâneamente, mas o máximo que conseguia fazer era afundar-se na escrita de um diário de confidências, onde confessava suas paixões indizíveis.
Barbara leciona História na decadente Escola Secundária St. George, em Londres, frequentada por alunos que vivem num bairro operário. Os anos de magistério transformaram Barbara numa professora dura e disciplinadora, daquelas que tem fama de "bruxa".
O início do semestre letivo trazia uma novidade: foi contratada uma nova prefessora de artes: Sheba Hart, que a princípio parecia misteriosa, "moderninha" e sedutora aos olhos da observadora Barbara, mas que aos poucos foi revelando também uma faceta vulnerável, principalmente por uma certa insegurança em lidar com os alunos mais rebeldes.
Sheba acaba encontrando em Barbara, com sua respeitosa fama de "bruxa", um apoio e um exemplo da maturidade profissional. Sheba convida Barbara para almoçar em sua casa.
Ao visitar a casa de Sheba, Barbara conhece Richard, o marido bem mais velho da amiga, e o seu casal de filhos: Polly, a adolescente em fase "aborrecente" e Ben, que tem Síndrome de Down e vai ser o Mago numa peça teatral na escola.
Para alegria de Barbara, Sheba passa a confiar a ela pequenos segredos afetivos e familiares, mas as coisas tomam um rumo diferente quando Sheba envolve-se com um de seus alunos mais jovens, Steven Connoly, de 15 anos, e Barbara descobre ocasionalmente esta relação.
Bastidores: -Indicado ao Oscar 2007 nas categorias MELHOR ATRIZ, MELHOR ATRIZ COADJUVANTE (Cate Blanchett), MELHOR TRILHA MUSICAL (Philip Glass) e MELHOR ROTEIRO ADAPTADO (Patrick Marber, baseado no livro `What Was She Thinking?`, de Zoë Heller).
-Indicado ao Globo de Ouro 2007 nas categorias Melhor Atriz- Drama (Judi Dench), Melhor Atriz Coadjuvante (Cate Blanchett) e Melhor Roteiro (Patrick Marber).



À MARGEM DO CONCRETO
(Brasil, 2006)
Documentário - 85 min.
Direção: Evaldo Mocarzel
Roteiro de Evaldo Mocarzel e Marcelo Moraes. Fotografia: Jorge Bodanzky. Produzido por Zita Carvalhosa para a 24 VPS Films.
Sinopse: Segunda parte de uma tetralogia iniciada com À Margem da Imagem, o documentário versa sobre os sem-teto e os movimentos de moradia em São Paulo. A produção acompanha a rotina de vida nas ocupações de prédios, o revezamento para a limpeza, as dificuldades de administração, o pagamento coletivo das contas de água e luz e a relação de vizinhança, num local de pouca privacidade. Mostra-se também a ação da polícia durante as ocupações, em confrontos sempre tensos.
Bastidores: - Ganhou o Candango de Ouro de Melhor Som e o Prêmio de Melhor Filme - Voto Popular, no Festival de Brasília.
- Ganhou o Troféu Redentor de Melhor Documentário, no Festival do Rio.
Notas da Crítica:
Neusa Barbosa, Cineweb: 4/5
Alex Xavier, Guia do Estadão: 7/10
Celso Sabadin, Cineclick: 7/10
Christian Petermann, Guia da Folha: 7/10
Cléber Eduardo, SET: 6/10
Érico Fuks, Cinequanon: 3/5

Leonardo Mecchi, Cinequanon: 3/5
Mariane Morisawa, Isto É Gente: 6/10
Angela Andrade, Cinequanon: 2/5
Fernando Watanabe, Cinequanon: 2/5
Ludmila Azevedo, Jornal da Tarde: 4/10
Miguel Barbieri, Veja SP: 3/10
ÍNDICE NC: 5,67/12

CANDY
(Austrália, 2006)
Drama - 116 min.
Direção: Neil Armfield
Roteiro de Neil Armfield e Luke Davies. Elenco: Heath Ledger (Dan), Abbie Cornish (Candy), David Argue (Lester), Paul Blackwell (Phillip Dudley), Tom Budge (Schumann), Jason Chan (Dr. Lao), Nathaniel Dean (Paul Hillman), Noni Hazlehurst (Elaine Wyatt), Damon Herriman (Roger Moylan), Tony Martin (Jim Wyatt), Tim McKenzie (Tio Rod), Tara Morice (Tia Katherine), Geoffrey Rush (Casper).
Sinopse: Candy (Abbie Cornish) é uma jovem e talentosa pintora, enquanto que Dan (Heath Ledger) é um promissor poeta. Eles se apaixonam assim que se conhecem, divindo também a dependência por heroína. De início Candy e Dan sentem viver no paraíso, mas a falta de dinheiro faz com que eles retornem à realidade. Candy torna-se prostituta, com o consentimento de Dan. Para afirmar sua união eles decidem se casar, mas a dependência das drogas afeta cada vez mais sua felicidade. Até que Candy, cansada de viver no caos, decide se internar em uma clínica de reabilitação e largar de vez as drogas. Só que ela não esperava a reação que sua atitude provocaria em Dan.
Notas da Crítica:
Rita Almeida, cinerama.blogs.sapo.pt: 4/5
Alessandro Giannini, SET: 7,5/10
Érika Liporaci, Adoro Cinema: 7/10

Alysson Oliveira, Cineweb: 3/5
Sérgio Nunes, Cinequanon: 3/5
Elie Politi, Cinequanon: 2/5
Fernando Watanabe, Cinequanon: 1/5
ÍNDICE NC: 5,79/7

QUARTA B
(Brasil, 2005)
Direção: Marcelo Galvão
Elenco: Marcos Bueno, Marcos França, Malú Biernenbach, Lívia Doblass, Itamar Lembo, Cesar Birindelli, Rosaly Papadopol, Thereza Piffer, Antonio Destro, Fernanda Couto, Deto Montenegro, Tobin Dorn, Paulo Seabra, Henrique Benjamin, Christiano Cochrane, Edgar Schmalz, Jolanda Gentilezza Neusa Romano
Sinopse: A professora de uma escola primária, o diretor, o zelador e quinze pais estão reunidos na mesma sala para discutir um tabu: o que fazer ao encontrar drogas com um aluno de 10 anos? Há uma proposta de todos tentarem entrar no universo das crianças que usam drogas e experimentarem juntos. Acusações, intrigas e muitas revelações vêm à tona enquanto cada um deles tenta proteger a própria família.
Notas da Crítica:
Alysson Oliveira, Cineweb: 2/5

MOTOQUEIRO FANTASMA
(Ghost Rider, EUA, 2007)
Aventura - 114 min.
Direção: Mark Steven Johnson.
Roteiro de David S. Goyer e Mark Steven Johnson baseado nos quadrinhos da Marvel. Produzido por Avi Arad, Michael De Luca, Gary Foster, Steven Paul para a Columbia Pictures, Marvel Enterprises e Crystal Sky Entertainment. Elenco: Nicolas Cage (Johnny Blaze/Motoqueiro Fantasma), Wes Bentley (Coração Negro), Eva Mendes (Roxanne Simpson), Matt Long (Johnny Blaze jovem), Sam Elliott (Coveiro), Peter Fonda (Mefistófeles), Donal Logue (Mack), Raquel Alessi (Roxanne jovem), Angry Anderson, Arthur Angel (Oficial Edwards), Laurence Breuls, Peter Callan (Station Manager), Daniel Frederiksen (Wallow), Marcus Jones (Blaze Team 3), Matt Norman (Blaze Crew 4), Jason Raftopoulos (Investigador), Joel Tobeck, Mathew Wilkinson.
Sinopse: John Blaze é um habilidoso motociclista dublê que faz um pacto com o diabo Mefisto para salvar a vida de seu mentor e pai adotivo, vítima de câncer terminal.
John acaba sendo traído e transformado em um serviçal do demônio.
Anos mais tarde é procurado por Mefisto, que oferece sua liberdade se ele aceitar uma missão: encarar Coração Negro, o filho rebelde do senhor do inferno que está solto na Terra. Para tanto, Johnny Blaze será transformado no Espírito da Vingança, uma criatura com o crânio em chamas, armada com uma corrente e montada em uma motocicleta com rodas de fogo.
Notas da Crítica:
Celso Sabadin, Cineclick: 8/10
Christian Petermann, Guia da Folha: 7/10
Miguel Barbieri, Veja SP: 6,5/10
Alex Xavier, Guia do Estadão: 6/10
Odair Braz Jr., Herói: 6/10
Pedro Cirne, Folha Ilustrada: 3/5
Roberto Sadovski, SET: 6/10
Ludmila Azavedo, Jornal da Tarde: 5/10
Arianne Brigini, Revista Sexy: 4/10
Rui Brazuna, Premiere: 2/5
Pablo Villaça, Cinema em Cena: 3,5/10
Gabriel Carneiro, Os Intocáveis; 3/10
Tatiane Crescêncio, Cineplayers: 3/10
Alexandre Koball, Cineplayers: 2/10
A. Pascoalinho, Premiere: 1/5
João M. Tavares, Premiere: 1/5
José V. Mendes, Premiere: 1/5
Rui Pedro Tendinha, Premiere: 1/5
Rodrigo Carreiro, Cine Reporter: 1/5

Tiago Pimentel, Premiere: 1/5

LETRA E MÚSICA
(Music and Lyrics, EUA, 2007)
Comédia Romântica - 101 min.
Direção: Marc Lawrence
Roteiro de Marc Lawrence. Elenco: Drew Barrymore (Sophie Fisher), Hugh Grant (Alex Fletcher), Jason Antoon (Greg Antonsky), Haley Bennett (Cora Corman).
Sinopse: Impulsionados pelo visual colorido e descolado de seus trajes e cabelos e pelo crescimento da indústria do videoclipe, várias bandas musicais tiveram uma carreira emergente ao longo dos anos 80, como o Pet Shop Boys, o Duran Duran, o Wham! e o PoP.
O duo vocal PoP era formado por Colin Thompson e Alex Fletcher. O grande hit da banda foi "PoP Goes My Heart", de 1984, que conquistou o público adolescente com sua melodia pegajosa e dançante.
Quinze anos se passaram desde o fim do PoP. Colin Thompson seguiu por uma carreira solo de relativo sucesso (como o George Michael depois que saiu do Wham!) enquanto Alex Fletcher, envolvido com drogas e álcool, caiu no esquecimento do grande público.
Eventualmente Fletcher ainda é lembrado para cantar (ou dublar "play-backs") em festas saudosistas, feiras nostálgicas ou em parque de diversões. Seu nome foi cogitado para participar do TV-Show "Batalha dos Relíquias dos Anos 80", um programa de lutas de boxe entre músicos decadentes em que o prêmio para o vencedor das lutas é cantar uma música no final da disputa. Debbie Gibson e Billy Idol são alguns dos candidatos.
A grande estrela do momento é Cora "C" Corman, a diva que superou Britney Spears, Cristina Aguillera e Shakira na preferência das multidões.
As esperanças de revitalizar a imagem de Alex Fletcher renascem quando Chris Riley, o seu agente, consegue um encontro com "C", que deu uma declaração dizendo que era fã do PoP quando criança.
Cora, em fase "neo-budista" pede para Alex compôr uma música inédita que ela quer cantar com ele num dueto. O nome da música deve ser "Way Back Into Love" (Caminho de Volta Para o Amor) e ele terá três dias para criar a melodia e a letra.
O problema é que Alex há dez anos não compõe nada e não está numa fase muito inspirada. Inicialmente ele tenta a ajuda de Greg Antonsky, o compositor de Avril Lavigne, mas Greg se irrita e sai de cena quando a jardineira assassina de plantas Sophie Fisher resolve dar palpites "água-com-açúcar" na letra. Resta a Alex convencer Sophie, sua "Cole Porter de calcinhas", a ajudá-lo a compôr a canção.
Notas da Crítica:
Celso Sabadin, Cineclick: 8/10
Sérgio Martins, SET: 8/10
Miguel Barbieri, Veja SP: 7,5/10

Arianne Brigini, Revista Sexy: 7/10
Rodrigo Salem, SET: 7/10 ("personagem de Grant supera limites do longa")
Gabriel Carneiro, Os Intocáveis: 6,5/10
Odair Braz Jr., Herói: 6,5/10
Pablo Villaça, Cinema em Cena: 6,5/10
Christian Petermann, Guia da Folha: 6/10
Guilherme Martins, Paisà: 3/5

JBeto, Cine do Beto: 3/5
João Lopes, Premiere: 3/5
José V. Mendes, Premiere: 3/5
Luis Salvado, Premiere: 3/5
Maria Carmo Piçara, Premiere: 3/5
Rui Brazuna, Premiere: 3/5
Andy Malafaya, Cineplayers: 5,5/10
Alysson Oliveira, Cineweb: 2/5
Rita Almeida, cinerama.blogs.sapo.pt: 2/5
Ludmila Azevedo, Jornal da Tarde: 3/10

Evaristo Martinez, Contrapicado: 1/5
Magdalena Navarro, Contrapicado: 0/5
Daniel Ureña, Contrapicado: 0/5
ÍNDICE NC: 5,30/23